Acadêmicos de medicina
Para sair do raciocínio solto e ganhar um mapa mais confiável do respiratório pediátrico no PS.
A mentoria da Dra Tatiana Melo foi desenhada para transformar síndrome respiratória pediátrica em raciocínio aplicável de plantão: reconhecer gravidade cedo, escalar suporte na hora certa e decidir destino com mais segurança.
Não é aula para decorar diretriz. É estrutura para avaliar rápido, priorizar o que importa e reduzir erro comum de pronto-socorro.
Para sair do raciocínio solto e ganhar um mapa mais confiável do respiratório pediátrico no PS.
Para reconhecer gravidade mais cedo e agir com mais segurança diante de falha terapêutica, fadiga e necessidade de escalonamento.
Para organizar decisão clínica, monitorização e destino sem ficar preso só à saturação ou à resposta momentânea da nebulização.
A trilha vai do ABCDE respiratório até ventilação, sedação e critérios objetivos de alta ou UTI.
ABCDE respiratório, fadiga, exaustão, hipoxemia x hipoventilação e erros frequentes de subestimar esforço respiratório.
Cateter, máscara, reservatório, HFNC, VNI e IOT com critérios de falha e gatilhos de escalonamento.
Tratamento por gravidade, magnésio, adrenalina quando aplicável e decisão de alta, observação, internação ou UTI.
Suporte ventilatório, hidratação, o que não fazer de rotina e critérios de internação/UTI.
Raciocínio viral x bacteriana, imagem quando muda conduta, derrame/empiema e escolha de antibiótico.
Crupe, corpo estranho, epiglotite, anafilaxia e red flags que não podem passar batido.
Quando intubar, como organizar time, plano A/B/C, pré-oxigenação e prevenção de erros críticos.
Analgesia primeiro, metas de sedação, reavaliação frequente e complicações como hipotensão e delirium.
Ajustes iniciais por fisiologia e armadilhas como hiperinsuflação dinâmica na asma e ajustes inadequados.
Impacto da ventilação no retorno venoso, fluidos com critério, vasoativos e sinais de deterioração iminente.
Critérios objetivos por síndrome, follow-up, plano domiciliar e o erro clássico da melhora transitória.
IVAS, otite, amigdalite e febre sem gravidade, sem perder epiglotite, abscesso, mastoidite, sepse ou meningite.
O conteúdo não para no diagnóstico. Ele entra na conduta, na reavaliação e no que muda a próxima decisão.
Menos conduta improvisada. Mais sequência lógica para reconhecer gravidade, tratar, reavaliar e decidir destino.
Discussões ao vivo focadas em tomada de decisão, monitorização dirigida e comunicação efetiva da equipe.
O objetivo é reduzir pedido desnecessário, uso inadequado de antibiótico e atraso na intervenção que realmente importa.
Pediatra, intensivista pediátrica, professora da UNESP, instrutora certificada PALS e com mais de 16 anos de experiência em urgência e emergência.
Você já pode ir direto para a página de compra da mentoria. Se ainda quiser tirar dúvidas antes, a equipe também responde pelo WhatsApp.
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As perguntas que mais costumam aparecer antes da inscrição.
Não. O foco é sair do reconhecimento e entrar na conduta: escalonamento ventilatório, critérios de falha, sequência rápida de intubação, ventilação, sedação e definição de destino.
Não necessariamente. O material foi estruturado para quem está ao menos cursando medicina e quer desenvolver raciocínio mais seguro na emergência pediátrica.
Entre os eixos centrais estão crise asmática, bronquiolite, pneumonia, estridor/via aérea alta, além de cenários de insuficiência respiratória grave e queixas comuns do PS.
Você pode comprar direto pela página oficial da mentoria. Se preferir, também pode falar com a equipe pelo WhatsApp antes de finalizar.